Os Ciclomáticos Companhia de Teatro 15 anos de vivência

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Os Ciclomáticos Companhia de Teatro estará em cartaz no mês de maio no Teatro Maria Clara Machado com 3 espetáculos que fazem parte do repertório do grupo em comemoração aos 15 anos de carreira. Atualmente a Companhia possui 8 espetáculos, alguns com mais de 10 anos de carreira.

Completando 15 anos de existência, Os Ciclomáticos Companhia de Teatro, que participa de festivais nacionais e internacionais de teatro por todo país, e já conquistou mais de 200 prêmios e indicações em todas as categorias com espetáculos adultos e infantis. O espetáculo Sobre Mentiras e Segredos estreou em 2006 e atualmente possui mais de 80 prêmios e já foi visto por mais de 800.000 espectadores.

Em 2008 a Companhia foi contemplada no Edital de Cultura promovido pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro para a montagem do novíssimo espetáculo da Companhia: Genet – Os anjos devem morrer, uma releitura da obra de Jean Genet pela visão do dramaturgo e diretor Ribamar Ribeiro. Em 2009 o grupo é contemplado com o Prêmio Myriam Muniz realizando o projeto Os Ciclomáticos 13 anos de vivência e em 2010 recebe o Prêmio Funarte de Artes Cênicas na Rua com seu primeiro projeto com este perfil: o espetáculo Minha alma é nada depois dessa história.

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Leitura Dramatizada de A Aurora da minha no Centro Cultural Sylvio Monteiro

Hoje dia 26 as 19h estarei no Espaço cultural Sylvio Monteiro em Nova Iguaçu com a leitura dramatizada do texto “Aurora da minha vida”, de Naum Alves de Souza.

Entrada: 1kg de alimento não perecível.

Aguardo vocês!

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O texto nasce das recordações infantis do autor sobre os verdes anos da infância. Um senhor visita uma velha escola e, como num longo flashback, recorda fatos e eventos ali vividos em seu período escolar.

São oito personagens/alunos que se alternam com alguns professores, permitindo a composição de um painel rico, envolvente e nostálgico sobre a época da formação, resgatando experiências comuns a todos, razão de sua alta comunicabilidade com as platéias.

Novo espetáculo do Grupo Di-ferente: A publicação do Pecado

Estreia Nacional do novo espetáculo do Grupo Di-ferente – A Publicação do Pecado com autoria, concepção e direção de Ribamar Ribeiro.

Acontecerá entre os dias 23 á 27 de março no 3° Festival de Teatro da Associação de Teatro de Uberlândia.

Sinopse:

Uma notícia de jornal : Um Triângulo Amoroso. Vilela que ama Rita, que ama Camilo, que ama Vilela. Vilela: o esposo, Rita: a mulher e Camilo: o amigo. Uma trama intrigante envolta pelas revelações de uma cartomante. Verdadeiras ou falsas? A partir do conto de Machado de Assis, A Cartomante, na visão do diretor e dramaturgo Ribamar Ribeiro. Até que ponto a curiosidade é uma necessidade? Uma notícia ou uma verdade!

A Publica    o do Pecado

Texto, direção e concepção: Ribamar Ribeiro
A partir da obra de Machado de Assis: A Cartomante

Dia 25/03/2011
Local: Teatro Rondon Pacheco , Centro – Uberlândia
Horário: 20h
Recomendação: 14 anos

Concepção e direção: Ribamar Ribeiro

Elenco: Frederico Abreu
Guilherme Almeida
Ilmara Damasceno
Larissa Julio
Susilene Feoli

Op.de som e assistência de Direção: Renan Bonito

´´ Há mais coisas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia´´

Contamos com sua presença!

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Crítica por Lúcia Cerrone de Ana e Sofia no II Festival de Esquetes de niterói – 2010

O autor e diretor Ribamar Ribeiro, trouxe ao palco do Festival Niterói de Esquetes 2010, o melhor do folhetim com o espetáculo Ana e Sofia.

Escrito a partir das lembranças dos componentes do CTI – Comunidade Teatral do Irajá, a história se apresenta no ritmo bem marcado dos melodramas, sem o exagero que tão bem caracteriza o gênero.

O melodrama tradicional tem encenação diferente de tudo que já se viu. As peças eram guardadas num cofre, onde o ator só recebia a sua parte,para que o texto não fosse divulgado.

O circo pavilhão, grande divulgador do gênero, vivia de teatro e tinha um público imenso. Ele era para esse público o que é hoje a novela. Era o teatro popular que acabou perdendo suas casas de espetáculo e seu espaço na mídia. O pavilhão se instalava na cidade por dois meses e mudava o repertório toda a semana. E como diz a atriz e especialista em teatro pavilhão, Vic Militello: “Tinha que ser bem feito porque a falta de público significava para o ator a falta do que comer.”

Ana e Sofia, não tem em seu texto o drama barato ou a caricatura do drama, mas um tom de antigos programas radiofônicos onde o ouvinte enviava a sua historia e o cast da casa “dramatizava”. Atemporal e contemporâneo é o drama do dia a dia que às vezes sai no jornal.

Para enredo tão bem delineado o diretor Ribamar ribeiro cria um espetáculo de preciosos detalhes.

São cenas bem marcadas no tempo do ator. Sem pressa, ou pirotecnia a encenação acontece em planos distintos. A repetição proposital do texto só reforça a dramaticidade da ação.

Os atores Camila Zampier, Talita Bildeman e Almir Rodrigues, precisos na composição dos personagens ressaltam a simplicidade da trama em performance delicada.

Os adereços de cena, muito bem utilizados, tem destaque no imenso pano vermelho que reforça o drama num exagero calculado.

Ana e Sofia é um exercício para atores que não deixa o público fora do jogo. É o teatro com técnica sem medo de ser teatral.

Fonte: http://festivalniteroideesquetes.blogspot.com/2010_08_01_archive.html

Oficina teatral discute papel do ator em cena

Promovida pela Fundação Franklin Cascaes, atividade gratuitaserá realizada pelo premiado ator e diretor teatral, Ribamar Ribeiro, do grupo Os Ciclomáticos Companhia Teatral (RJ)

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Despojamento de qualquer vício do ator, fazendo dos personagens um novo ser, interpretado a cada momento. Essa é a proposta de trabalho do professor de artes cênicas, ator e diretor teatral, Ribamar Ribeiro, do grupo Os Ciclomáticos Companhia Teatral (RJ), que ministra em Florianópolis a oficina ‘O Ator Autoral e seu Corpo’. Promovido pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC), o evento acontece gratuitamente de terça a quinta-feira (15 a 17/03), como parte da agenda cultural alusiva ao aniversário da cidade.

Limitada a 20 participantes, a oficina teatral será realizada das 14h às 18h e das 19h às 22h, na terça e quarta-feira, no Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO), com diretores teatrais e atores. Na quinta-feira, na Casa das Máquinas, das 9h às 12h e das 14h às 19h, ocorre uma demonstração técnica do processo de trabalho da Cia. Os Ciclomáticos.

A oficina tem como objetivo promover um exercício de interpretação onde os participantes se entreguem à forma física, permitindo liberdade na atuação, no desenvolvimento da musculatura e dos sentimentos. A proposta é revelar o ator consciente, que sabe utilizar seus objetos de estudo – o corpo, a voz e a alma cênica – transformando-os em movimento, interpretação e impulsos verdadeiros, mesmo quando há uma marcação assumida no espetáculo.

Diretor premiado

Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ribamar Ribeiro é ator, diretor, autor, professor de artes cênicas, produtor e sonoplasta. Dirigiu e escreveu mais de 30 espetáculos teatrais, entre eles, ‘Sobre Mentiras e Segredos’, peça apresentada na 17ª edição do Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo.

Há mais de cinco anos, Ribamar Ribeiro coordena o Curso de Interpretação e Direção Teatral do Senac/Rio, onde possui um Núcleo de Investigação Teatral no qual desenvolve uma proposta ousada e nova de releitura de clássicos teatrais, transportando-os para a linguagem narrativa e corporal.

Como dramaturgo escreveu dramas, comédias e textos para a infância e juventude. Como ator já trabalhou com André Paes Leme, Marília Martins, José da Costa e Nanci de Freitas, conquistando mais de 30 prêmios em todo o Brasil. Destacam-se entre eles, os prêmios Pruri, Elisabeth Savala e Fenata, na área de Direção e Atuação. Em 2009 recebeu o Prêmio Paschoalino Especial do Júri por ser multiplicador de ações teatrais no Rio de Janeiro.

Além de sua formação artística como ator e diretor, Ribeiro realiza uma pesquisa aprofundada no Teatro Social. Estudou com Antônio Abujamra em São Paulo e atuou no espetáculo Os Possessos, na Funarte, assim como no Projeto Geografia da Palavra, por meio do Ministério da Cultura.

Atualmente é Diretor Artístico e integrante da Cia. de Teatro Fios da Roca, Os Cênicos Cia. de Teatro, Grupo Di-ferente (Uberlândia/MG) e Grupo Cutucurim (Angra dos Reis/RJ), além de Os Ciclomáticos Companhia de Teatro (Rio de Janeiro/RJ).

Com 14 anos de existência, o grupo Os Ciclomáticos nasceu no subúrbio carioca e hoje acumula mais de 200 prêmios pelo Brasil. Associação cultural sem fins lucrativos, a Cia. tem por objetivo principal a discussão, pesquisa, difusão e montagem de espetáculos com linguagem própria, revisitando autores de expressão mundial, como Garcia Lorca, Sófocles, entre outros. O grupo promove ainda o projeto social Os Ciclomáticos DNA, que consiste no desenvolvimento pessoal, artístico e profissional de jovens de comunidades de baixa renda da região do Grande Irajá.

Serviço:

O Quê: Oficina Teatral ‘O Ator Autoral e seu Corpo’

Ribamar Ribeiro (Os Ciclomáticos Cia de Teatro, Rio de Janeiro/RJ)

Quando: terça e quarta-feira (15 e 16/03) –14h às 18h e 19h às 22h

Onde: Teatro da União Beneficente Recreativa Operária (UBRO)

Escadaria da Rua Pedro Soares nº 15 – Centro

Fundos do Colégio Bom Jesus

(48) 3222-0529

Quanto: gratuito (vagas limitadas)

O Quê: Demonstração do processo de trabalho da Cia Os Ciclomáticos

Ribamar Ribeiro (Os Ciclomáticos Cia de Teatro, Rio de Janeiro/RJ)

Quando: quinta-feira (17/03) – 9h às 12h e 14h às 19h

Onde: Casa das Máquinas

Rua Henrique Veras do Nascimento nº 50 – Lagoa da Conceição

Quanto: gratuito (vagas limitadas)

Fonte: http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/franklincascaes/?pagina=notpagina&menu=3&noti=3747

Fonte: http://www.adjorisc.com.br/servicos/oficina-teatral-discute-papel-do-ator-em-cena-inscric-es-gratuitas-1.426973?print=true

Leitura Dramatizada de A Aurora da minha vida pelo SATED – RJ

O SATED – RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado Rio de Janeiro) está promovendo um Ciclo de Leituras Dramatizadas com textos de diversos autores nacionais.

Fui convidado a dirigir uma das Leituras com atores de Os Ciclomáticos Companhia de Teatro e atores de Nova Iguaçu. O texto é A Aurora da minha, de Naum Alves de Souza, pertence a uma trilogia dedicada ao tema memorialista, que retrata um grupo de alunos em uma escola e foi escrito em 1981.

O texto nasce das recordações infantis do autor sobre os verdes anos da infância. Um senhor visita uma velha escola e, como num longo flashback, recorda fatos e eventos ali vividos em seu período escolar.

São oito personagens/alunos que se alternam com alguns professores, permitindo a composição de um painel rico, envolvente e nostálgico sobre a época da formação, resgatando experiências comuns a todos, razão de sua alta comunicabilidade com as platéias.

A Leitura Dramatizada acontecerá no dia 26 de março às 19h em Nova Iguaçu.

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Centro Cultural Sylvio Monteiro
Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro – Nova Iguaçu
Próxima à estação de trem Nova Iguaçu
Data: 26/03/2011
Horário: 19h
Entrada: 1kg de alimento não perecível

Aguardo vocês!

Críticas e reportagens sobre o espetáculo O Piolho, A Caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar!

O espetáculo que escrevi e dirigi está em cartaz no SESC Tijuca sáb e dom às 17h. Um sucesso de público e crítica recebendo indicações da Revista Veja Rio como uma das melhores produções em cartaz no Rio.

Parabéns ao Grupo Cutucurim e assistam, pois este é o último final de semana.

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Mais informações: http://grupocutucurim.blogspot.com/

“O piolho, a caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar” no SESC Tijuca

PROGRAMA INTERNO o piolho

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PANFLETO .. o piolho

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Até o dia 27 de fevereiro o grupo estará se apresentando aos sábados e domingos, com apoio da Cultuar

Os atores João Novaes, Mário dos Anjos, Monique Eucário, Flaviana Ayres, Evelyn Ramos, Maykon Renan e Márcia Brasil estão alçando vôos que fazem bem para todos que torcem pelo crescimento do teatro na região. Eles formam um dos grupos mais premiados de Angra, o Grupo Teatral Cutucurim, que inicia a temporada 2011, no sábado dia 5, no Sesc Tijuca (RJ), às 17h, apresentando o bonito espetáculo que valoriza a arte popular, “O piolho, a caolha, a morte e as quatro irmãs que não deveriam falar”.

O Sesc Tijuca, funciona na Rua Ernesto de Souza, 143 e o espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de fevereiro, durante todos os sábados e domingos, a partir das 17h. Os ingressos variam de R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia) e R$ 3,00 (comerciários do Sesc). Para mais esta empreitada, o Cutucurim está recebendo total apoio da Fundação Cultural de Angra (Cultuar).

_ A função da prefeitura e da Fundação Cultural de Angra é apoiar todas as iniciativas que engrandeçam a arte local e possibilitar que públicos diferentes a conheçam. O Cutucurim está de parabéns. É um dos grupos de teatro de Angra que mais viajam divulgando os valores de nossa terra e agora estão sendo novamente reconhecidos ganhando mais esta temporada no Rio de Janeiro – lembra o presidente da Cultuar, Paulo Mattos.

“O piolho, a caolha, a morte as quatro irmãs que não deveriam falar”, conta histórias cheias de magia, música, dança e emocionam crianças, jovens e adultos. A temporada 2011 no Sesc é mais uma conquista do Cutucurim, que teve o espetáculo selecionado entre os 10 primeiros, de um grupo de 300 inscritos no Edital 2010 da 10ª Mostra Sesc CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro da Infância e Juventude).

Em 2010, através desse mesmo prêmio, o grupo apresentou “O piolho e a caolha” em seis cidades do Estado do Rio: Teresópolis, Nova Friburgo, Caxias, Campos, Barra Mansa e Rio de Janeiro (Madureira e Pavão Pavãozinho). No Pavãozinho o espetáculo foi apresentado, para mais de 400 crianças da comunidade, dentro do projeto Solar Meninos de Luz. Ainda no ano passado, o espetáculo recebeu três estrelas na Veja Rio e ficou entre as cinco melhores produções em cartaz no Rio. Portanto vale a pena prestigiar os artistas de Angra, se emocionar e dar boas risadas.

O ator do Cutucurim João Novaes conta que a peça estreou em 2009 em Angra, depois de uma pesquisa de seis meses, feita pelo grupo em cima do universo de Câmara Cascudo e do teatro narrativo do autor do texto e diretor, Ribamar Ribeiro, que é referência no Brasil inteiro. Trabalharam também com músicas de domínio popular, passando do maracatu ao aboio ( aquelas cantadas pelos sertanejos para juntar o gado), hinos religiosos, ladainhas, missas, procissões e cantos de rezadeiras.

Em Angra, “O piolho, a caolha, a morte e as 4 irmãs que não deveriam falar” foi apresentado seis vezes.

Fonte: Publicado pela Subsecretaria de Comunicação da Prefeitura de Angra dos Reis

link: http://www.angra.rj.gov.br/asp/noticiasdaprefeitura.asp?vid_noticia=6318

Dia Propício por Jefferson Loyola – De iguassú Velha a Nova Iguaçu

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Ontem, 15 de janeiro, foi aniversário da cidade de Nova Iguaçu, 178 anos. O Espaço de Cultura Sylvio Monteiro sediou uma programação relativa a esta comemoração de aniversário, onde permeavam, na mesma, uma exposição sobre a “Velha Iguassú”, uma peça teatral contando a história da criação da cidade, a premiação do concurso natal dos sonhos, e por fim, um coquetel. O teatro estava lotado para a apresentação da peça “De iguassú Velha a Nova Iguaçu”, onde em seu final, os atores que integram a Cia. Fios da Roca foram aplaudidos de pé.

“O processo de criação do espetáculo é feito através de fotografias antigas da cidade e de pessoas que participaram da história da mesma”, contou Tiago Costa, integrante da Cia. junto de Claudina Oliveira e Marcio Guedes. Devido esta criação através de fotografias antigas, o figurino, a luz e a maquiagem foram preparadas para trazer o impacto de como se a imagem dos atores estivesse presa no tablado, registradas como uma fotografia. Esse efeito conseguia-se através do tom sépia da iluminação, da maquiagem realçando as expressões dos atores e o figurino em tom marrom degrade.

“O objetivo do figurino era de remeter a idéia dos trabalhadores da lavoura, e da terra da cidade. Aliás, o que marcou o município foi o plantio de cana de açúcar, café e laranja”, explicou Tiago. Na década de 30, Nova Iguaçu se consagrou tendo suas laranjas exportadas para a Europa. Conhecida como cidade perfume devido ao cheiro das flores de laranjeiras, esta parte foi retratada na peça junto com um vídeo sobre a família Paladino. “Eu não conhecia a família Paladino até ser apresentado por Sandra Rolo”, afirmou.

A família do Sr. Matheu Paladino era uma das tradicionais no município. Participou da plantação de laranjas na cidade, porém se destacou por ser uma família de músicos. Todos os domingos a mãe do Sr. Matheu tocava piano na varanda de casa, e o seu pai a acompanhava cantando. “O Sr. Paladino conta que todos da região iam as proximidades de sua casa para poder assisti-los”, disse Tiago, em relação a pesquisa que foi feita com pessoas, vídeos e história da cidade, para a construção da peça. Vídeos esses que foram exibidos durante o espetáculo.

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A família de Sandra Rolo também tem uma participação muito importante na cidade de Nova Iguaçu. Carlos Marquês Rolo, fundador da empresa de ônibus evanil, foi à pessoa que trouxe o primeiro ônibus para a região, inclusive uma das ruas da cidade tem o seu nome. “O espetáculo já existia e adaptamos para colocar uma parte que retrata Marquês Rolo, pois ele teve uma grande importância na cidade”. Falecido nesta semana, o espetáculo foi homenageado a ele.

Esta peça sempre foi um sonho da Cia. de Teatro Fios da Roca devido falar da história de Nova Iguaçu. Antes, tinham um espetáculo feito a partir do Cordel do Mestre Azulão, contato articulado pela Claudina Oliveira. Esta peça teve a direção de Cristina Paraíso e foram contratados pela empresa Supervia para exibirem dentro do trem. “Apresentávamos nos vagões dos trens de Nova Iguaçu até queimados, às vezes variando a parada em Japeri”. Mas após a mudança de governo na cidade, mestre azulão não quis que o seu texto fosse lido por ninguém e, devido a isso, o espetáculo foi paralisado.

Surge uma conversa com o professor de história Ney Alberto e gentilmente eles receberam, de presente, um cordel contando a história da criação da cidade. “Com este cordel, convidamos, em 2007, o diretor Ribamar Ribeiro para escrever o texto teatral”, contou. Junto com Ribamar veio Marcus Müller, assistente de direção. A montagem da peça durou seis meses e estreou no Sylvio Monteiro em janeiro de 2008. Após a estreia, a peça foi apresentada em escolas do município e ficou em temporada popular no mesmo local onde estreou.

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Três anos após o nascimento deste espetáculo, a peça reestreia no dia mais propício. O dia do aniversário de Nova Iguaçu. A peça também foi exibida hoje às 19H no Sylvio Monteiro com um público que correspondeu às expectativas esperadas. “Ainda vou usar na iluminação a gelatina de chocolate, pois sempre que procuro não acho, e ela seria ótima para a proposta do espetáculo”, disse Paulo Vieira, técnico de luz. O ano só iniciou no Sylvio Monteiro e o espaço já estava lotado. Vamos continuar acompanhando por aqui as notícias e conferir tudo que acontece no Sylvio Monteiro e em Nova Iguaçu.

Fotos: Alcery Luiz Shiavini (Fotos 1 e 3) e Jefferson Loyola (2)

Fonte: http://culturani.blogspot.com/2011/01/dia-propicio.html

Verão Cultural da CTI – Comunidade Teatral de Irajá

Espetáculos, esquetes, teatro de rua. Tudo isso no SENAC de Irajá comandado pela CTI – Comunidade Teatral de Irajá. O movimento artístico que lidero junto com Renato Neves em Irajá, que hoje conta com mais de 50 artistas: atores, artistas plásticos, cenógrafos, figurinistas, artesãos, entre outros. Aguardamos vocês neste encontro de verão. Até!

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